O novo cenário do PAT: Modernização, flexibilidade e liberdade
Por: Aline Santiago - Analista de Conteúdo na Somapay
19 jan 2026 | Atualizado em 19 jan 2026
Finanças Pessoais
O Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) passou recentemente por uma de suas maiores transformações desde sua criação em 1976. Com a publicação do Decreto nº 12.712 em 11 de novembro de 2025, as novas diretrizes consolidam, para 2026, a transição do mercado de benefícios no Brasil, que deixa de ser um sistema fechado para se tornar um ecossistema focado na liberdade de escolha do trabalhador e na eficiência operacional das empresas. Mas afinal, o que mudou no PAT?
O que muda com o novo PAT?
As atualizações vieram para limpar o mercado de práticas que acabavam prejudicando a ponta final. De acordo com os dados do Portal Gov.br, os três pilares da mudança são:
- Fim do rebate: Sabe aquele desconto ou bônus que algumas operadoras davam para as empresas em troca do contrato? Isso acabou. A nova regra proíbe essa prática para garantir que o dinheiro do benefício seja usado exclusivamente para o que realmente importa: a alimentação do colaborador. O foco agora é total em quem usa o cartão.
- Interoperabilidade e portabilidade: O trabalhador agora é dono do seu benefício. Ele pode pedir a portabilidade para a operadora que preferir e, mais importante, o cartão deve funcionar em uma variedade muito maior de maquininhas. A rede agora é aberta.
- Taxas mais justas (MDR): Para fortalecer os restaurantes e mercados locais, a taxa de serviço foi limitada a 3,6%, com pagamento em até 15 dias. Isso faz com que o comércio local aceite o benefício com muito mais satisfação.
Impactos diretos para a economia
O PAT movimenta R$ 150 bilhões por ano e influencia diretamente o setor de alimentação. Com as novas regras, os efeitos aparecem em diferentes frentes:
- Para o comércio: Menos taxas e repasse mais rápido significam mais previsibilidade financeira e maior capacidade de manter preços competitivos.
- Para os trabalhadores: A ampliação da aceitação e a redução de restrições preservam o valor do benefício e ampliam as possibilidades de consumo.
- Para as empresas: O cenário traz mais segurança jurídica, manutenção dos incentivos fiscais (para quem está no lucro real) e a chance de oferecer um benefício mais atrativo sem aumento de custo.
Por que o Bee Vale se encaixa perfeitamente nesse novo modelo?
O Bee Vale, cartão de benefícios flexíveis da Somapay, já operava dentro da lógica que o novo PAT passa a exigir. Por ser um cartão com bandeira Mastercard, ele funciona na modalidade crédito com abrangência em todo o território nacional. Onde aceita Mastercard, aceita Bee Vale. Simples assim.
Além disso, o modelo flexível simplifica a gestão para o RH e acompanha a rotina real dos colaboradores, reduzindo fricções entre empresa, usuário e estabelecimento. Enquanto o mercado se adapta às novas exigências regulatórias, a Somapay já entregava uma solução alinhada à eficiência econômica e à experiência do usuário.
O PAT mudou para ficar mais moderno, justo e eficiente. E quem já estava preparado, como a Bee Vale, já saiu na frente. Sua empresa e seus colaboradores já entraram nessa nova era de conformidade e liberdade?